Atleta do Fundo de Vila foi quinto da geral
Agostinho Costa vence em M50 o Freita Skyrace
10-10-2018
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Realizou-se, no passado domingo, em Felgueira, Vale de Cambra, uma aldeia às portas da serra da Freita, o Freita Skyruning 2018,um evento composto por três provas de trail: Freita Vertical,  distância de 4 mil metros de extensão, com desnível de 850 metros, Taça de Portugal Vertical, o  Freita Skyrace, na distância de 25 km, com um desnível de 1650 metros e o Freita Skymarathon, com 42 km, com um desnível de 2800 metros e, ainda, uma caminhada não competitiva de 10 km.  Freita Skyruning 2018 é uma organização da Associação Desportiva e Cultural de Felgueira, em parceria com a Câmara Municipal de Vale de Cambra e em cooperação com várias instituições públicas e privadas.
Esta prova é uma Prova Oficial de Skyrunning – Portugal 2018, título atribuído pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal. Entre as várias equipas em prova, o Centro Cultural e Desportivo de Fundo de Vila foi uma das coletividades que marcou presença nesta competição, com Agostinho Costa a representar o clube de S. João da Madeira. Optando por correr os 25 quilómetros da Freita Skyrace, o atleta do Fundo de Vila, já conhecedor destes trilhos, e sabendo o que ia enfrentar da dureza da prova, manteve uma gestão de esforço ao longo do percurso, pois sabia que teria que enfrentar uma dura e íngreme subida de 4,5 quilómetros até ao pico mais alto da serra da Freita, o pico da Gralheira, radar meteorológico, onde a partir desse local teria que percorrer 6 km até à aldeia de Felgueira.  Apesar do esforço, o atleta acabaria por se classificar na quinta posição da geral, o mesmo lugar do ano de 2017, marca que lhe daria o primeiro lugar no seu escalão em M50.
De sublinhar que os atletas que participaram nestas competições tiveram que passar por zonas que muitos poucos transpuseram, como passagens de água, caminhos antigos e locais de paisagens extraordinárias. Skyruning trata-se de uma atividade de corrida predominantemente em montanha, com percursos que contam com um elevado desnível positivo, secções técnicas e inclinações acentuadas e que representam uma componente paisagística de grande beleza.
A modalidade surgiu em Itália em meados da década de 90 e caracterizava competições realizadas acima dos 2.000 metros. No entanto, como nem todos os países dispunham de locais com estas características, a Federação Internacional de Skyruning (ISF) acabaria por integrar no seu âmbito competições abaixo dessa altitude, mas com um desnível positivo elevado.

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