06-09-2018 | por Mário Pereira
O assunto de que venho por este meio falar é, primeiro que tudo, relacionado com a minha terra natal, Coimbra. Trata-se da Linha do Vouga. Para quem, como no meu caso, prefere andar de transportes públicos, a deslocação para Coimbra pode ser feita de duas maneiras:
- Comboio. Custo total de 17,60€, obriga a 3 transbordos.
- Autocarro, custo total de 19,60€, 4 paragens.
Na primeira vez que vim a S. João da Madeira, estava em Águeda e usei a Linha do Vouga. Agora é impossível. O encerramento da ligação Oliveira de Azeméis - Sernada do Vouga obriga-me a voltar para trás via Espinho e a ter que mudar de comboio mais uma vez sem necessidade. Visto que o comboio tem que ir para a Sernada (e vai duas vezes por dia), não pode a Câmara Municipal intervir junto da CP, para restabelecer esta ligação directa a Aveiro?
Houve um atraso de 28 minutos na ligação a Espinho. Os atrasos na Linha do Vouga são constantes, sr. Presidente. Eu sei que a Linha do Vouga não é da responsabilidade directa da autarquia, mas é um dever da autarquia defender comboios a horas para quem trabalha.
No que toca aos Transportes Urbanos de S. João da Madeira, várias paragens por toda a cidade continuam vandalizadas, e sem horários, depois de eu e vários outros utentes termos apresentado reclamações.
A passagem da Avenida Renato Araújo para a Rua Manuel Luís Leite Júnior continua com lâmpadas fundidas e fios a céu aberto, depois de também os deputados municipais da CDU terem alertado para a situação.


