S. João da Madeira
Assalto à Cruz Vermelha rende cerca de 300 euros
05-09-2018 | por António Gomes Costa
A sede da delegação de S. João da Madeira da Cruz Vermelha Portuguesa foi assaltada durante o período de férias. Foram furtados cerca de 300 euros em dinheiro, que se encontrava nos cofres, e outros objetos. O prejuízo total está avaliado em aproximadamente mil euros. A Polícia Judiciária (PJ) esteve no local a recolher as impressões digitais que vão permitir identificar os autores do assalto.
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A Cruz Vermelha de S. João da Madeira foi assaltada, na madrugada do dia 21 de Agosto, e os prejuízos estão avaliados em mais de mil euros.
A delegação encontrava-se encerrada para férias e levaram cerca de 300 euros que estavam no cofre, 100 euros de um cofre digital, 15 de um cofre de chave, um disco externo, um telemóvel, três fechaduras e as respetivas chaves, várias medalhas em ouro e vários documentos.
Joana Correia, presidente da delegação sanjoanense, refere que se trata de uma situação muito “desagradável, pois desapareceram informações privilegiadas da instituição”. Esta responsável conta que se aperceberam do sucedido quando um voluntário da instituição, “que vai lá todos os dias para regar a nossa horta comunitária”, ao chegar à delegação por volta das 9 horas de terça-feira, dia 21, verificou que a porta que dá acesso aos anexos, que é de vidro, “estava arrombada”, tendo contactado de imediato a PSP de S. João da Madeira. “Não estava nada vandalizado. Temos computadores, impressoras, máquinas fotográficas, eletrodomésticos, alimentos, roupa e só roubaram o que estava no cofre”, explica Joana Correia. Lá dentro tinham mais de 200 euros do último dia de vendas na loja solidária e um disco externo com toda a informação financeira. “Além disso, levaram-nos as chaves dos portões”.
 
“Não acredito que alguém nos queira mal”
 
“A Cruz Vermelha é feita de pessoas carenciadas, que vão lá todos os dias ao pão e entram através daquela porta. Quem lá foi saberia que estávamos encerrados para férias e conhecia bem aquela entrada. Sabia que dali conseguiria entrar em tudo. Não acredito que alguém nos queira mal, até porque o intuito não foi estragar nada”, anunciou Joana Correia, que acrescenta que poderá ter sido uma “uma situação de desespero”.
Tratou-se da primeira situação do género na delegação e, segundo apurámos, a vizinhança não se terá apercebido de nada. “Somos uma instituição pobre, o valor furtado tem algum impacto para nós, a juntar ao facto de termos que mudar os canhões dos portões e arranjar a porta”.
O caso está entregue à PJ de Aveiro. “Ainda não temos informações concretas da PJ, mas foi-nos comunicado que as impressões digitais foram completas e que muito facilmente se iria saber quem fez o assalto à instituição”, rematou Joana Correia.
 

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