Mentira… a raiz do ignorante e incompetente
12-07-2018 | por Manuel Martins
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Não obstante quase todos os cidadãos defendam que a melhor forma de governo é a democracia, é (cada vez mais) raro encontrar alguém satisfeito com o estado da política e dos políticos na nossa sociedade. Quer sejam queixas sobre a falta de civismo e ética entre os políticos, acordos de bastidores, quer sejam campanhas marcadamente populistas, os apontamentos mais frequentemente efetuados sobre políticos são essencialmente (muito) negativos. Sito Eça de Queirós nos seus escritos “Encruzilhadas” a sua frase muito própria: É o comer que faz a fome. Somos um povo de brandos costumes, “já se sabe” ... tolerantes e até mesmo irracionalmente empáticos com os políticos que mentem, torpedeiam, cometem fraudes em prole do ‘povo’, dos ‘desfavorecidos’, quais Robin dos Bosques, que transmite a ideia política que a sua mentira lhes dá o sabor de uma graça para cometerem “tristemente” a mentira negando promessas feitas aos seus eleitores, sabendo estes que em qualquer dos casos, ninguém vai preso, Não obstante serem usados frequentemente como sinónimos, mentir e cometer fraude são dois conceitos distintos!. Se nos lembrarmos dos debates políticos televisivos (mas não só) percebemos perfeitamente que qualquer um dos candidatos não pode estar a dizer a verdade sobre tudo. As suas histórias, argumentos e casos são tão diferentes que nos perguntamos se os interlocutores habitam no mesmo país ou mesmo no mesmo planeta! Relativamente à fraude a enfâse do crime está na implicação da afirmação e ato e não na sua veracidade. Muitas afirmações fraudulentas são verdades no sentido técnico, mas concebidas para fornecer uma impressão falsa sobre a situação real. Adicionalmente, ocorrem em geral quanto o seu emissor possui pleno controle da situação e linguagem a ser utilizada. Uma afirmação falsa tem diretamente uma implicação falsa mas também a pode ter como metade-verdade, uma verdade técnica ou mesmo uma verdade literal. António Aleixo apresentava certos considerandos sobre; corrupção como a melhor profissão em Portugal ao apresentar os seus cinco pensamentos, sito: 1.º- Acho uma “MORAL RUIM” trazer o “VULGO ENGANADO!” mandarem “FAZER ASSIM…”, e “ELES FAZEREM ASSADO…”. 2.º - Sou um dos membros malditos dessa falsa sociedade que, “BASEADA NOS MITOS”, podem “ROUBAR À VONTADE”. 3.º - Esses por quem não te interessas, produzem, “QUANTO CONSOMES:” vivem das “TUAS PROMESSAS” ganhando o “PÃO QUE TU COMES”. 4-º - Não me deem “MAIS DESGOSTOS…” porque “SEI RACIOCINAR…”, Só os burros “ESTÃO DISPOSTOS” a sofrer “SEM PROTESTAR!”. 5.º - Esta “MASCARADA ENORME…” com que o “MUNDO NOS ALDRABA…” dura enquanto “O POVO DORME” quando ele “ACORDAR, ACABA.”

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