Formação ADS/Fepsa mergulha em Estarreja
07-06-2018
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A Natação da ADS/Fepsa, com a virtude da sua auspiciosa navegação, esteve em Estarreja, no fim-de-semana último, 11 e 12, a participar com extraordinário entusiasmo no III Torregri, encontro para cadetes, ou seja, para os “bravos” mais novos.
 A Maria Rita Rosário, a Mafalda Bastos e o Nuno Matos fizeram a força desta representação sanjoanense (porque houve outras…) que, a vários títulos, equipamento, laços afectivos, ideia de grupo, entreajuda, concentração, disciplina, momento histórico da secção, diálogo com os técnicos Catarina Pinto e Luís Margalho, estiveram no seu regular melhor, fazendo o caminho de um sensato projecto de Natação Desportiva, que se dá pelo nome de ADS/Fepsa.
Quanto à parte da prestação em provas, muito embora haja informação disponível:  dois primeiros lugares, 100 livres e 100 bruços; um 2.º, 50 mariposa; um 11.º, 100 costas; um 13.º, 100 livres; um 21.º, 100 costas, e um 24.º aos 100 livres - e uma desqualificação, continua o autor deste artigo a atribuir-lhe moderada importância. O número de nadadores presente, 165, representavam 14 clubes da região AN Norte/Centro Portugal.
Cumpre-nos falar um nadinha mais de natação: um tão só porque tudo o que é uma competição é pouco, pois muito do que nos precede passa necessariamente por virtudes de outra extensão (políticas, educação, valores de liberdade, estratégias, oportunidades, tempos livres, cultura, economia…) sintonias, imaginação e um pouco de espírito. Dir-se-á: que natação é essa e como explicá-la? Não teremos isso aqui, contudo, serão estes os dados da nossa representação. Do que escolhemos para crescer saudáveis em vez de definharmos sem nexo.
Ao parecer que tudo o que é feito pela Natação Desportiva é do tipo, não raro, de participação em provas, com sucessos e tristezas inerentes; um lugar de pódio, uma superação, um recorde, dá a parecer que tudo o que é preciso está sendo feito, o que leva a pensar que nada mais é preciso. Pois bem, ainda não passámos da fase mimética, do movimento espontâneo, tudo ainda um pouco indistinto; ténue pré qualquer-coisa (coisa=vontade). Já são 40 anos de um inteligível horizonte para onde se deram apenas tímidos passos (muitos destes vitais e apaixonados). Para quando tocar, ouvir, sentir e cheirar esse intensamente desejado Horizonte?
A ADS/Fepsa também é preocupação com o futuro da natação, dos nossos nadadores e dos técnicos, pois que, em razão de uma melhor comunidade, no mínimo, cumpre-nos valorizá-los.

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