Manifestação convocada pela CGTP e UGT
Greve encerrou escolas na cidade
10-05-2018 | por António Gomes Costa
Muitos funcionários não docentes fizeram greve, reivindicando o aumento dos salários e o reforço de pessoal. Várias escolas na cidade encerraram, outras viram os seus serviços afetados e outras não sentiram o efeito da mesma. Os médicos também estão em greve nacional.
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O aumento dos salários e o reforço de pessoal são duas das reivindicações destes trabalhadores. A greve dos funcionários não docentes, que decorreu na última sexta-feira, dia 4, suspendeu as atividades letivas em várias escolas no concelho de S. João da Madeira.
Segundo dados apurados por ‘O Regional’, no Agrupamento de Escolas Dr. Serafim Leite, a escola sede esteve encerrada só no período da tarde, mas as escolas do Parque e Fundo de Vila estiveram em funcionamento.
No Agrupamento de Escolas João da Silva Correia, a greve levou ao encerramento da escola sede, a EB2/3 de S. João da Madeira. Sem aulas estiveram também os alunos do 1.º ciclo nas escolas Conde Dias Garcia, Carquejido e Fontainhas. Em funcionamento pleno estiveram a escola do Parrinho e Casaldelo.
Por sua vez, no Agrupamento de Escolas Oliveira Júnior, a greve só se fez sentir na escola sede, já que nas do Espadanal e Ribeiros a atividade lectiva foi de um dia normal.
Tratou-se de uma greve convocada pelos sindicatos afetos à CGTP e UGT e contou com elevada adesão em vários distritos do país.
 

Comentários
Anónimo | 11-05-2018 17:53 Reparo na notícia
Gostaria de esclarecer que os alunos da turma que leciono, 3.º ano da EB!/JI Conde Dias Garcia, tiveram aulas no dia 4, tendo realizado uma visita de estudo ao Departamento de Engenharias da Universidade de Trás-Os-Montes e Alto Douro.
Anónimo | 10-05-2018 22:55 O que é óbvio, óbvio é!
Quando há uma greve, o estrago mais pertinente a ser evocado, não é o encerramento dos postos de trabalho, ou a interrupção dos serviços ou da produção...
O estrago que mais importa pensar e corrigir é aquele que conduziu à greve.

Os trabalhadores não aderem às greves para prejudicarem o bem-estar ou as conveniências de outros ou para prejudicarem o seu próprio salário. Lá terão outras razões.

Uma das razões alegadas para justificar a greve dos funcionários, nas escolas, foi a ?falta de funcionários?.
Então, mais do que convergir as atenções na falta de funcionários que obrigou ao encerramento das escolas durante um dia do ano, importa convergir as mesmas atenções na ?falta de funcionários? que, durante todo o ano escolar, por sobrecarregar os funcionários disponíveis, impediu assegurar, com qualidade, o funcionamento dos serviços e a guarda educativa dos alunos.

Nos corredores das escolas os alunos gritam, praguejam, correm desenfreados, pontapeiam as portas das salas de aula... Se houvesse mais funcionários, não só para vigiar, mas também para abordar os alunos, participar o comportamento enquanto outros funcionários continuassem a vigiar ou a atender o telefone interno, responder às solicitações do pessoal docente e das salas de aula...
Se a indisciplina aumenta nos corredores, certamente não diminuirá nas salas de aula.

Afinal para que servem as escolas?
Para despejo de mancebos enquanto os pais vão trabalhar, ou para educar?
Se para os pais valer mais a educação, então, prezarão mais a maior dotação de funcionários durante o ano inteiro do que o encerramento das escolas num único dia do ano.

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