Salvemos a Família!...
12-04-2018 | por Maria de Lourdes
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O conceito de família já não é o que era. A modernidade foi  introduzindo novos parâmetros e, hoje ela  pode ser constituída  por dois homens ou duas mulheres. As crianças, em vez de terem um pai e uma mãe, têm dois pais ou duas mães. A qual deles ou delas chamam pai ou mãe? E qual será a sua  reacção, quando virem que os outros meninos têm um pai e uma mãe e elas não? O mais certo é serem vítimas  de críticas e de risinhos, que de certeza as vão marcar negativamente. E o que é mais desconcertante, é que são as minorias a imporem-se à maioria. O BE, que representa uma pequena franja do eleitorado, tem posições  das quais discordo, mas que respeito. No entanto, não tem o direito de passar por cima das maiorias.
O seu lema é atacar e destruir a família. As novas gerações estão a ser manipuladas, anastesiadas e impelidas a aderir a estas novas formas de viver em sociedade.
E que faz o PS? Alinha com  tudo, porque está dependente do BE e de outros pequenos partidos, para permanecer no governo. Senão vejamos:
Sexta feira, dia 6 de Abril, entrou na Assembleia da República mais um projecto de lei apresentado pelo BE, em que os menores de 16 anos podem mudar de sexo sem um parecer médico, quando se sabe que  isto vai  prejudicar a saúde deles, pois têm de tomar hormonas  para fazer desaparecer a barba, o pomo de Adão e a quantidade de pêlos próprios dos rapazes,  eliminar os seios das meninas e impedir que os ovários funcionem, para não haver menstruação.
Esta lei foi aprovada com os votos do PS, BE, PAN, PEV e abstenção do PCP.
Agora mais um projecto do BE, com a conivência de Catarina Marcelino, que foi secretária de Estado da igualdade, mas afastada do governo aquando da remodelação de Constança Urbano de Sousa, por causa dos incêndios, e que agora é  deputada do PS. Ela também apoiou a iniciativa do Bloco, em que este  propõe  que os menores de 16 anos possam mudar de sexo no Registo Civil, sem qualquer parecer médico.
O PS ficou incomodado, porque, se esta lei for aprovada, pode implicar custos paro o governo. É que a mudança de sexo exige tratamentos. No entanto, vai votar também a favor.
Enfim, ainda será possível salvar a família, atacada em tantas frentes? A violência doméstica não pára de aumentar. O divórcio  tem dado ocasião a muitas mortes, porque o homem muitas vezes não aceita que a mulher possa ter um outro amor. Depois, a mulher alinda-se e o homem pouco se cuida no aspecto físico. Daí  os ciúmes e o desvario levam-no a cometer loucuras,  muitas vezes na presença dos filhos.
Muitos casamentos  não foram  válidos e a Igreja está a ponderar anular rapidamente esses enlaces, pois a verdade das suas vidas  não foi revelada um ao outro.  Depois, o amor não foi alimentado como o lume na lareira. Foi a paixão que uniu o casal. A paixão é muito bonita, mas é como o fogo de artifício, acaba depressa.
Como conclusão, faço aqui um apelo aos meus leitores: Façam tudo o que  puderem  pela família. Que a vossa casa seja um ninho fofinho, onde todos se sintam bem. Mas para tal acontecer, o marido, a esposa, os filhos devem dar o seu melhor, devem trabalhar em conjunto, para que a felicidade possa surgir.
Li hoje uma mensagem do papa Francisco, cheia de ternura em que ele dizia:
A natureza devia ser um exemplo para os humanos e acrescentava: a árvore não produz os frutos para si própria, a água do rio não é para si própria, nem o perfume das flores é produzido para elas. Portanto, na família, tudo devia funcionar assim. Todos os seus membros deviam  também fazer um esforço, para dar felicidade a todos os outros.

 

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