Nova gerência volta à casa onde se lançou no ofício
Flor do Canadá reabre com aposta na qualidade
A Flor do Canadá reabriu, na passada sexta-feira, dia 9, com uma recepção a clientes, amigos e família, que fizeram questão de marcar presença neste momento especial para Paulo Silva e Sónia Ferreira. Este casal, que assume a nova gerência desta pastelaria com tradição em S. João da Madeira, regressa assim à casa onde se conheceu e onde se lançou neste ofício. Aposta na qualidade, nos “produtos tradicionais” e nos míticos croissants são alguns dos trunfos do renovado espaço, que criou oito novos postos de trabalho.
Francisco George recebido na Cruz Vermelha
Joana Correia vai ser condecorada pelo seu trabalho
Joana Correia, Diretora do Centro Humanitário da Delegação da Cruz Vermelha sanjoanense, vai ser distinguida, no dia 8 de Maio, com uma condecoração da Cruz Vermelha Nacional pelo “excelente” trabalho desenvolvido na Associação. A garantia foi dada por Francisco George, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, que visitou a delegação sanjoanense no dia em que foi inaugurada uma sala de formação, que será uma fonte de rendimento para a estrutura local.
Anabela Brandão, directora do Agrupamento de Escolas Dr. Serafim Leite, em entrevista
“Têm sido anos de grandes mudanças e conquistas dentro do Agrupamento”
Oficinas, ginásio e campos de jogos exteriores são as intervenções mais urgentes na escola Secundária Dr. Serafim Leite, cuja obra foi adjudicada e a intervenção deverá arrancar já nos próximos meses. Nesta entrevista, Anabela Brandão, directora do Agrupamento de Escolas Dr. Serafim Leite, coloca o dedo na ferida quanto aos rankings das escolas, anuncia a importância de separar os alunos do 2.º ciclo dos restantes níveis de ensino, aborda ainda a disciplina na sala de aula, o papel da família e o sucesso dos cursos profissionais, que considera uma opção sólida.
Alcoolismo na primeira pessoa
“Não se explica a vontade de beber”
Não revelam nomes. O olhar é caído e as frases são curtas. São pessoas marcadas por uma sociedade que lhes continua a apontar o dedo. São homens e mulheres que começaram a beber muito jovens. Pretendiam afirmar-se, dar a volta à solidão e ao stress. Passados vários anos, ainda hoje não conseguem explicar a tão desejada vontade de beber. Aquilo que sabem é que esta doença lhes deixou marcas profundas e irreparáveis. Fomos conhecer histórias de alcoólicos recuperados e o grupo de Alcoólicos Anónimos, que reúne todas as sextas-feiras, no Patronato, em S. João da Madeira.