Rotunda na Praça Barbezieux
Depósito de objectos atrai populares
08-02-2018 | por Antóio Gomes Costa
Vários objectos foram deixados na Rotunda na Praça Barbezieux, para serem recolhidos pelos serviços de recolha do Lixo. Antes da passagem dos mesmos, houve populares que se apoderaram de alguns bens que consideraram estar em bom estado.
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Por momentos, a imagem pode ser confundida com uma pequena feira de usados. Mas não o é. A conhecida rotunda dos “chapéus” na Praça Barbezieux, em S. João da Madeira, recebeu, na passada quarta-feira, dia 31, ao fim da tarde, um sem fim de objectos que foram ali depositados, junto dos contentores do lixo, por “uma carrinha que por aqui passou e deixou ficar todas estas coisas”, revelou uma sanjoanense que passava no local.  
O certo é que os objectos ali deixados a céu aberto chamaram a atenção de quem por ali passava, tendo mesmo aliciado alguns populares a levaram consigo alguns bens.
Cestos vários, caixas, peças de vestuário, roupa diversa, sapatos, cartas pessoais, brinquedos, malas (…), tudo, ao que percebemos, em bom estado.
A nossa reportagem tentou questionar alguns moradores relativamente a este assunto, mas ninguém se mostrou disponível para falar do assunto.
Um comerciante garantiu, no entanto, à nossa reportagem, que “esta é a imagem daquilo que somos. Depositamos tudo desta forma e os funcionários do lixo que tratem do assunto. Até já ali vi colchões”, questionando-se para que serve afinal o Ecocentro Municipal. Este empresário, que solicitou reserva de identidade, diz que só se apercebeu do assunto quando viu várias pessoas a “vasculharem tudo” o que estava perto dos contentores. “Custa-me dizer isto, mas é verdade. Somos uns porcos, tanto quem coloca o lixo como quem ali anda, pois reconheci algumas pessoas. Vivem aqui perto. Não são sem abrigo”, reforçando que as pessoas “levam tudo para casa e muitas delas têm as garagens colectivas que mais parecem um depósito de lixo”. Mas este comerciante não fica por aqui. “Custa-me saber que se deitam coisas fora desta forma fácil, quando existem pessoas a necessitar de bens como roupa, calçado e crianças sem brinquedos”. Com pensamentos assim e atitudes destas, “o mundo nunca será bonito”, rematou.




 

Comentários
Anónimo | 10-02-2018 16:05 fartura
Isto jà nao è de agora tuda vida houve isto como dizia a minha querida Mae no tempo dela jà o dizia os com tanta fartura e outros sem nada mas o povo està agora igoista nao se lembram dos que sofrem jà se passou mal mas agora è pior com a crise para que servem as Assosiaçaes è para ajudar os que precisam eu nunca deito nada fora pergunto as pessoas se conhecem alguèm nessitado e aparece nunca deito nos contentores porque nao quero engordar Borregos que enchem a carteira a mardar para as Africa para depois vender se o digo istou ao corrente

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