Seniores Masculinos - Zona Norte - 16.ª Jornada
Por uma dúvida se perde...
08-02-2018 | por António Anacleto
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AA Coimbra, 4 - AD Sanjoanense, 3

Jogo no Pavilhão Universitário N.º 3 em Coimbra
Árbitros: Joaquim Pinto e Pedro Silva (Porto)

AA Coimbra: Marco Abrantes (gr), Gonçalo Oliveira (cap), João Timóteo, Alexandre Santos e Vasco Martinho
Suplentes: Nuno Dias, Pedro Picado, Diogo Graça, Fábio Vieira e Manuel Couceiro (gr)
Treinador: Pedro Ferreira

AD Sanjoanense: Marco Lopes (gr e cap), Pedro Cerqueira, Afonso Santos, José Almeida e João Cruz
Suplentes: Tiago Almeida, Alex Mount, Pedro Rego, Bruno Moreira e Bernardo Moreira (gr)
Treinador: José Carvalho
Ao intervalo: 2-1
Marcha do Marcador: 1-0 João Timóteo (3’), 1-1 João Cruz (5’), 2-1 Fábio Vieira (16’), 2-2 Afonso Santos (43’), 3-2 Fábio Vieira (45’), 3-3 Tiago Almeida (46’), 4-3 Fábio Vieira (50’)
Ação Disciplinar: Cartão azul para Alexandre Santos (31’e 44’), Afonso Santos (39’), Pedro Cerqueira (45’)
Faltas: AA Coimbra 13 | AD Sanjoanense 12

Sabia-se que não iria ser tarefa fácil conseguir vencer em Coimbra, uma equipa que só tinha até então uma derrota em sua casa com o D. Póvoa, curiosamente a mesma equipa que até agora conseguiu vencer no caldeirão, mas na mente dos Sanjoanenses que estavam presentes o espírito é sempre o mesmo, o da vitória.
Numa primeira parte pautado pelo equilíbrio, coube à formação coimbrã abrir o ativo no minuto 3, um golo que nada abalou os sanjoanenses, que dois minutos depois, por João Cruz, restabelecem a igualdade (1-1). Foi preciso esperar uma dezena de minutos para que o resultado voltasse a colorir, através duma grande penalidade, com os estudantes a passarem novamente para a frente do marcador (2-1), resultado este com que se atingiria o intervalo.
Na segunda parte os alvinegros partiam em desvantagem, teriam que ir atrás do prejuízo e, em excelente apontamento de Afonso Santos, empatam novamente a partida. Os festejos pouco duraram, pois, volvidos dois minutos, os de Coimbra fazem o (3-2), no melhor período do jogo. Tiago Almeida, no minuto seguinte, restabelece novamente o empate, desta feita a três bolas.
Quatro cartões azuis no jogo, ambas as equipas a atingirem a décima falta, muitas foram as oportunidades perdidas nas bolas paradas, nada menos que sete falhanços, algumas bem ajuizadas, outras menos bem.
Jogo intenso nos últimos quatros minutos, num empate a três golos, as equipas desesperavam pelo golo que lhes dessem a possibilidade de vitória. A felicidade bateu à porta da equipa da casa que, a 40 segundos do final do jogo, num lance que no momento suscitou muitas dúvidas sobre se tinha sido ou não bem validado, coube a um dos juízes da partida, sr. Pedro Silva, que manteve sempre a sua decisão, neste caso duvidoso, se a bola teria ou não entrado na nossa baliza. Nos presentes, a uns ficou a ideia de que a bola não tinha entrado, enquanto muitos outros afirmavam que o golo teria sido limpo. Ficará sempre a dúvida.
No que não haverá dúvidas é que, para a história desta época, repetiu-se a malapata da 3.ª derrota pelo mesmo score e sofrida igualmente pela 3.ª vez no também fatídico último minuto.
O campeonato fará uma pausa este fim-de-semana para dar lugar à Taça de Portugal e, para não estar nesta eliminatória no último jogo para este troféu, a nossa equipa foi eliminada pelo Famalicense em sua casa, por 3-2 e igualmente no último minuto.

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