Hóquei em Patins
Campeonato Nacional da 2.ª Divisão - 5.ª Jornada
Mesmo com espinhos, líderes incontestáveis
09-11-2017 | por Augusto Lopes
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Sanjoanense, 5 - Ac. Espinho, 3

Jogo: Pavilhão dos Desportos de S. João da Madeira
Árbitros: Hélder Pardal e Teófilo Casimiro, do C.R. A.H.P. do Ribatejo

Sanjoanense: Marco Lopes (cap.); Pedro Cerqueira, João Cruz, José Almeida e Afonso Santos
Ainda utilizados: Alex Mount, Bruno Moreira, Tiago Almeida e Pedro Rego
Não utilizado: Bernardo Moreira
Treinador: José Carvalho

Ac. Espinho: Pedro Freitas; Filipe Sousa, Diogo Seixas, Pedro Silva e Carlos Saraiva
Ainda utilizados: André Pinto (cap.), Eduardo Brás e Diogo Casanova
Não utilizados: Diogo Sampaio e José Pedro Martins
Treinador: Tó Rocha

Marcadores: Afonso Santos (17’), Pedro Silva (19’), Pedro Cerqueira (20’), João Casanova (28’), André Pinto (33’), João Cruz (41’ e 42’) e José Almeida (47’)
Disciplina: cartão azul – Pedro Silva (49’)
Faltas: Sanjoanense, 13 (7+6) – Ac. Espinho, 17 (11+6)
“Caldeirão” é sinonimo de enchente, assim aconteceu mais uma vez num dérbi bem apetecido, alvinegros a defrontarem um dos candidatos à subida de divisão e a Sanjoanense com a vitória conquistada aumentou a diferença pontual referente aos espinhenses, que agora é de oito pontos.
Afonso Santos abriu o marcador estavam passados 17 minutos, o que quer dizer, para um jogo de Hóquei em Patins, é muito tempo sem golos. Dois minutos passados e a Ac. de Espinho volta à igualdade, para Pedro Cerqueira colocar a Sanjoanense a vencer por 2-1, mas ainda antes do intervalo os alvinegros não concretizaram um livre direto.
No reatamento, os espinhenses voltaram à igualdade com apenas três minutos jogados, através de um ex-jogador da Sanjoanense, Diogo Casanova, e depois para a frente do marcador (a primeira e única), estavam decorridos oito minutos da segunda parte. Com Marco Lopes em grande estilo, o mesmo Casanova não conseguiu converter um livre direto, o qual se opôs muito bem o guardião alvinegro.
Como diz o velho ditado, “não há bem que sempre dure e mal que nunca acabe”, pelo que a Sanjoanense voltou a empatar o jogo por intermédio de João Cruz, no seguimento de jogada de Cerqueira, que enviou a bola ao ferro. Num jogo “endiabrado” e com o público a fazer daquele Pavilhão jus ao nome de “caldeirão”, os alvinegros, empolgados, no minuto seguinte fazem o quarto golo para, a três minutos do final, João Almeida fazer o golo do resultado final.
Como realce, o fantástico apoio do público afeto à Sanjoanense, a grande garra e força da equipa, a grande exibição de Marco Lopes (mais uma entre tantas) e o facto de existirem quatro livres diretos (três para a Sanjoanense) e nenhum ser convertido em golo.

 

No próximo jogo, sábado, 11 de Novembro, pelas 18h00, a Sanjoanense recebe o Gulpilhares e a direção da secção de hóquei em patins, depois da adesão do público no jogo com a Ac. de Espinho, resolveu para este jogo não fazer bilheteira, pelo que a entrada é livre para todos.
 

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