Reversejar
27-07-2017 | por F.S.L.
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A chegada, sem partida

Vogo na balsa ondulante,
À deriva no infinito,
Solitário navegante
Lançado como um proscrito;
    No horizonte sem linha
    De uma visão que é só minha

Quero chegar a bom porto,
Vou lutar contra a corrente,
Se não for vivo até morto
Mas senhor da minha mente;
    Sereno tranquilo em paz
    A mostrar do que sou capaz.

Valsar na crista das águas,
Ao sabor da brisa calma,
Que conhece as minhas mágoas
E a leveza da minha alma;
    Que a conduz na quietude
    De um silêncio que a não mude.

Quero partir para horizontes,
Sem fronteiras que me impeçam
De ver os rios e fontes,
E as coisas que aconteçam;
    Numa viagem de sonho
    De que nada tiro ou ponho.

Quero chegar à altura:
De que basta e chega a hora;
Acabou minha aventura,
Já cheguei, foi mesmo agora;
    E daqui para diante…
    Nunca mais judeu errante.


   

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