Câmara sanjoanense aprovou contratos-programa
450 mil euros para apoiar 23 colectividades desportivas
13-07-2017 | por Joana Gomes Costa
A Câmara Municipal de S. João da Madeira aprovou esta terça-feira os contratos-programa de desenvolvimento desportivo. São 23 as colectividades apoiadas a nível financeiro e logístico, abrangendo 2470 atletas de duas dezenas de modalidades diferentes. Os apoios representam um montante global de 450 mil euros.
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Este ano são 23 as coletividades de S. João da Madeira que vão receber apoios financeiros e logísticos da autarquia, na sequência dos contratos-programa de desenvolvimento desportivo aprovados, por unanimidade, na reunião de Câmara desta terça-feira.
O montante global é de perto de 450 mil euros, abrangendo 2470 atletas, praticantes de duas dezenas de modalidades diferentes, dos quais 1660 são atletas das camadas jovens. Os restantes 810 pertencem aos escalões seniores e veteranos.
O vice-presidente da Câmara, Paulo Cavaleiro, explicou que este ano “há algumas alterações” aos contratos-programa, avançando que o município vai apoiar “alguns investimentos” apresentados por diversas colectividades.
Os subsídios a cada associação desportiva, atribuídos no âmbito dos contratos-programa, têm como grande objectivo a valorização da formação desportiva, pelo que os apoios são atribuídos tendo por base critérios como o número de atletas, equipas e modalidades nos escalões jovens, sendo esse valor tanto maior quanto maior for o nível de formação dos treinadores. Ou seja, as associações desportivas sanjoanenses recebem maiores subsídios municipais quanto mais apostarem nos escalões jovens e na formação dos respectivos técnicos.
“O documento tem coisas boas e más”, disse o vereador do PS Ricardo Silva, apontando como negativo “a demora” na apresentação do mesmo e a existência de “gralhas” no texto. “Finalmente temos contrato-programa”, disse o socialista, saudando “o facto de alargarmos o apoio a outras instituições desportivas que entretanto surgiram”.
Ricardo Silva considerou no entanto que “o pouco rigor” na elaboração do documento “diz muito do estado em que se encontra o pelouro do desporto”.

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