Questões da nossa Cidade - DCCXXVII
18-05-2017 | por Adé
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I - A formação das listas
Passada que está a curiosidade de conhecermos os candidatos dos principais partidos locais que irão discutir entre si a vitória para presidente da câmara nas próximas eleições autárquicas, a curiosidade agora é o de saber quem são as personalidades que irão preencher os outros lugares de destaque nas respectivas listas, como as de presidentes das respectivas assembleias (municipal e de freguesia) e os opositores na corrida à presidência da junta de freguesia.
Embora continue a prevalecer a ideia de que em equipa que ganha não se mexe, estou convencido de que o PSD vai mexer na sua lista por força das circunstâncias. Primeiro, porque é quase certo que o Dr. Miguel Oliveira não será o segundo da lista, mas sim o Dr. Paulo Cavaleiro, o mais que certo vice-presidente. Depois, terá que entrar uma mulher, a dar cumprimento à regra das cotas. E a Prof.ª Dilma deverá manter, por justiça, o 3.º lugar da lista, até porque é uma figura consensual na cidade, pela sua equilibrada postura enquanto personalidade política local.
Todavia, uma dúvida persiste. É se, por via da coligação com o CDS-PP, for exigido esse lugar da lista para uma personalidade sua, como reagirá o PSD? Cederá ou dará apenas o 4.º lugar ao CDS-PP? Tudo isto no campo das hipóteses e se o CDS-PP fizer exigências, coisa que não fez na anterior coligação, não se importando de ter ficado totalmente de fora, por ordem que, supostamente, terá vindo de Lisboa.
Relativamente à personalidade que pode vir a preencher o lugar de candidato do PSD à presidência da junta de freguesia, o nome mais falado é o do Dr. Pedro Gual, o que não está ainda confirmado. Já o eng. Oliveira Bastos continua a ser o principal candidato ao cargo que ostenta, o de presidente da Assembleia Municipal. Desconheço, por ora, quem poderá a vir ser o candidato para presidente da Assembleia de Freguesia pelo PSD. Será o eng. “Nini “ Fernandes? Acho que merece melhor, pelo seu contributo político dado ao partido e em favor da cidade.
No que respeita à lista do PS, que irá ser encabeçada pelo Dr. Jorge Sequeira, nada se sabe. Desconfio que entre as caras novas que possam surgir pode bem aparecer uma já bem conhecida: a da Dr.ª Teresa Correia, dada a amizade existente entre si e o cabeça de lista do PS para a Câmara Muncipal.
Há umas semanas atrás, a hipótese do Dr. João Silva, antigo membro de um governo socialista, vir a ser o candidato para a presidência da Assembleia Municipal era nula, fazendo fé das suas próprias palavras. Mas, como tudo na política, o que é verdade hoje é mentira amanhã... Sendo assim, tudo é possível.
Mas também se fala do Dr. Rodolfo Andrade de Oliveira vir a ser o ocupante de candidato a presidente da Assembleia Municipal. Acho que ainda não tem nem o perfil nem curriculum político para um cargo desta envergadura, que tem que merecer o espontâneo respeito e até alguma admiração dos membros políticos locais. Que me desculpe a franqueza.
Sei também que o terceiro membro - de que nunca mencionei  o nome - do tal Triunvirato que há tempos revelei a existência, não está interessado, por razões profissionais, a candidatar-se a qualquer dos cargos políticos em disputa.
Como se sabe, a Dr.ª Helena Couto é a candidata natural do PS à presidência da junta de freguesia. O que não sei é se a composição da lista vai ser a mesma e se o Prof. Vitor Cabral vai fazer parte da dita. É que, depois da desavença anterior, já li um caloroso elogio do professor feito à presidente da junta de freguesia, o que indicia o reatamento do relacionamento. Apenas não sei se será o suficiente para ser colocado na lista e no seu lugar de preferência: n.º 2.
Quanto à presidência da Assembleia de Freguesia na lista do PS, acredita-se que a Dr.ª Norlinda Lima possa continuar politicamente “a dar o litro”.  Até porque é uma pessoa que gosta de cumprir quando se mete nas coisas, ao contrário de outros, cujas faltas de presenças nos actos dos órgãos do partido são por demais notadas. E nisto, como em todas as coisas, quem não pode, arreia! Aceitar cargos apenas por vaidade e para depois não dar cumprimento às tarefas...deixem-se estar quietas.  
Quero acreditar que no jornal de hoje d’“O Regional” virá já algumas revelações relativamente às listas, que confirmarão ou não as minhas “inocentadas” previsões, que surgem baseadas em observações decorrentes das políticas locais dos principais partidos, PS e PSD.

II - Atropelamentos em passadeira na Rua Oliveira Júnior
Na passada semana, um peão do sexo masculino foi atropelado em plena passadeira na Rua Oliveira Júnior, próximo da antiga Quinta dos Oliveiras, o que é sempre lamentável a todos os títulos. E, embora não tenha sido um atropelamento mortal (por mera sorte, diga-se), sabe-se que este género de acidente deixa sempre sequelas físicas e psicológicas, por vezes irreversíveis.
Ora, sabe-se que o condutor do carro envolvido no atropelamento evocou, como desculpa, a inexistência de sinalização que indicasse ao condutor a aproximação da dita passadeira. Sinalização que, quando vista, leva a que os condutores reduzam a velocidade e estejam mais atentos.
Ora, uma pessoa ligada à vítima do atropelamento, deu-se ao trabalho de verificar se  todas as passadeiras da cidade tinham o sinal visível de aproximação às mesmas,  ou se se encontravam todas sem ela! E, com grande espanto, concluiu que mais de 50% das passadeiras não tinham a anteceder a devida sinalização!
Como se sabe, toda a sinalização de trânsito colocada na cidade é da responsabilidade da Câmara Municipal. E se a sinalização ao trânsito automóvel em locais onde deviam existir não existe, por negligência, isso é da responsabilidade do município, que deve assumir as suas responsabilidades em casos como este.

III - A quem pedir responsabilidades
Ao que se sabe, a junta de freguesia adquiriu, há poucos meses, uns quantos computadores e um programa innformático, como forma de simplificar e agilizar os serviços da própria junta de freguesia, com grandes benefícios para os fregueses.
Ao que se vai ouvindo de há uns tempos a esta parte, é que os serviços pioraram para os funcionários, precisamente porque, supostamente, o programa informático não dá as respostas esperadas, emperrando - é o termo - o bom funcionamento dos serviços da dita junta.
A confirmar-se  esta anomalia, pergunta-se: aempresa que negociou o programa informático com a junta não tem responsabilidades nisso? E se o tem, por que não os assume? O contrato entre as partes não contempla o dever da empresa fornecedora cuidar, num prazo alargado, da manutenção e assegurar um bom serviço daquilo que forneceu?
       


 

Comentários
Anónimo | 21-05-2017 17:21 Novamente senhor Adé?
O senhor e´um grande coscuvilheiro.
Deixe os aspetos internos do Partido para quem paga as quotas.
Isso não é da sua conta

Maria Fernanda Resende Moreira

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Anónimo