O ser humano foi criado para a Vida
13-04-2017 | por José de Paiva Netto
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O ser humano deve orgulhar-se de existir e lutar infatigavelmente pela Vida. Vencer a si próprio de modo a conquistar, para todo o sempre, a sua dignidade espiritual, “o tesouro que o ladrão não rouba, a traça não rói nem a ferrugem consome” (Evangelho de Jesus, segundo Mateus, 6: 19). Como revela a Sabedoria, vencedor é aquele que vence a si mesmo. Deus, que é Vida, para a Vida o criou. Dizia Napoleão Bonaparte (1769-1821) que a melhor figura de retórica é a repetição. É bom reiterar, pois, esta advertência de Jesus: “Deus não é Deus de mortos, mas de vivos. Por não o crerdes, errais muito” (Boa Nova do Cristo, segundo Lucas, 20:38). Daí por que, quando o alcança a morte, dela não herda o esquecimento ou o ócio perenes, porém mais e mais Vida... A morte não existe, é um boato. Deus não nos criou para nos matar. Graham Greene (1904-1991), o famoso escritor inglês, nas suas meditações concluiu esperançoso que “nosso mundo (o planeta Terra) não é todo o Universo. Talvez exista um lugar onde Cristo não esteja morto”. Nós, da Religião de Deus, do Cristo e do Espírito Santo, sabemos com certeza que esse local maravilhoso é uma realidade. O próprio Jesus deixou no Evangelho, segundo João, 14:1 a 3, esta revelação confortadora aos Seus seguidores que, pelos milénios, perseverarem até ao fim:
“1 Não se turbe o vosso coração: credes em Deus, crede também em mim.
“2 Na casa de meu Pai (o Universo) há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar.
“3 E quando Eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde Eu esteja estejais vós também”.
Sucumbem em erro os que buscam o suicídio, pois a parca lhes ofuscará os olhos, que procuraram a escuridão, com mais luz, isto é, mais Vida, a lhes cobrar severas contas de antigos compromissos assumidos. Antes e depois da Vida, há Vida e as incorruptíveis Leis que universalmente a regem.
Recordemos o alertamento de Paulo Apóstolo, em sua Epístola aos Gálatas, 6:7: “De Deus não se zomba. Aquilo que o Homem semear, realmente terá de colher”.
Assim está o mundo nestes tempos finais apocalípticos: suicida.
O planeta é belíssimo! Convida à vitória. Mas o ser humano... tem sido o que se vê... Por isso, a maior das reformas é a do próprio homem. Urge neste término de ciclo que esta preceda as demais.
A Vida é uma conquista diária. Uma lição de Fé Realizante a todo momento exigida, para que a criatura de Deus não caia na ociosidade, mãe e pai dos piores males que assolam o Espírito e enfermam o corpo, consequentemente.
Na verdade, não basta ter agido bem ontem. Necessário se faz melhor caminhar hoje e ainda mais gloriosamente amanhã.

Jornalista, radialista e escritor
Presidente da Legião da Boa Vontade
www.lbv.pt

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