01-08-2012
Ser cronista significa ter um espaço fixo e privilegiado pelo qual se contacta com os leitores. E o cronista é especialmente importante por trazer ao leitor uma visão própria dos acontecimentos. Visão essa que, ao contrário das outras peças jornalísticas, pode trazer em si a crítica ou até o humor.
Mas, se os acontecimentos e os factos que sustentam uma crónica podem ser suscetíveis de crítica ou até de uma interpretação humorística, esses já não poderão ser adulterados ou omitidos, ainda que o espaço seja de uma visão própria.
Isto não deverá ser assim apenas por uma questão de ética, que é espectável que o cronista tenha, mas também por uma questão de respeito pelos seus leitores e pelas instituições envolvidas nos acontecimentos e nos factos relatados.
Refiro-me concretamente ao cronista Adé e mais especificamente à sua última crónica, em que faz um relato falso sobre mais uma iniciativa de proximidade do PSD de S. João da Madeira. O PSD sempre realizou ações de contacto com os munícipes, nas quais tenho tido a oportunidade de participar. O sr. Adé é que parece só ter reparado nelas agora, o que nos faz perguntar quem é que efetivamente está preocupado com a proximidade de eleições?
Senão vejamos,
Nos últimos anos, o PSD visitou a zona do Largo de S. João e a zona da R. do Calvário, a zona da ex-Fundação Salazar, no Parrinho, a zona do Ribeiros, a zona da Mourisca, só para referir alguns locais. Essas iniciativas foram sendo divulgadas neste mesmo jornal, o que me leva a afirmar que o cronista Adé ou tem estado muito distraído ou tem uma memória realmente curta ou não lhe dá jeito lembrar-se!
Essas visitas permitem verificar que, com a atual Câmara Municipal, os problemas têm solução e não ficam eternamente adiados. Os bairros sociais são bons exemplos deste facto e os sanjoanenses, aí como em qualquer outro ponto da cidade, sabem que podem contar com o PSD. Sabem que os problemas e anseios que transmitem são ouvidos com toda a atenção e não são esquecidos.
Poderia dizer que é por causa dessa relação de confiança que, como tenho testemunhado, o PSD é sempre bem recebido nos contactos de proximidade que realiza em qualquer ponto da cidade. Mas não é por isso. Qualquer partido será igualmente bem recebido porque os sanjoanenses de qualquer ponto da cidade são pessoas de bem, que sabem dialogar, apresentar questões e ouvir o que os outros têm a dizer.
O sr. Adé também devia saber isso, antes de levantar falsos testemunhos, talvez para tentar desviar atenções do que é essencial. O que lhe parece custar a aceitar é que os sanjoanenses têm motivos para se orgulhar das obras que são feitas no nosso Município, onde a Câmara não vira nunca a cara ao trabalho, assumindo a postura de que ainda há muito mais para fazer. Por isso, tanto a Câmara como o PSD querem sempre ouvir os sanjoanenses. Por uma cidade melhor.
O PSD fez a sua última visita com o intuito com que fez todas as anteriores, sejam elas de há seis, de há três ou de há um ano atrás. O objetivo é verificar o estado de conservação dos locais que são visitados, acompanhar obras de requalificação dos espaços ou novos projectos em curso, assim como o de contactar com a população desses mesmos locais, auscultando, percebendo e ouvindo os seus anseios e as suas vontades.
Foi isso que o PSD e os habitantes do Bairro do Poder Local fizeram recentemente. E é isso que o PSD e os habitantes dos mais variados locais da nossa cidade têm feito ao longo dos últimos anos. E vão certamente continuar a fazer.
Quem quer generalizar a todos os partidos algum tipo de inércia política só quebrada em tempo de eleições não pode meter o PSD de S. João da Madeira no mesmo saco. Os factos que eu tenho testemunhado mostram que o PSD tem procurado estar SEMPRE próximo dos Sanjoanenses para ajudar a resolver os seus problemas e a construir uma cidade cada vez com mais qualidade de vida para todos.
André Neves
Presidente da JSD de S. João da Madeira
Estar próximo nem sempre significa com...
Já agora, o que é que têm feito para ajudar a resolver o flagelo do "Casqueira", que tantas pessoas afeta?
Não é só falar ou fazer umas visitinhas... este é um trabalho de muito empenho e provavelmente de alguns dissabores, mas, se fosse fácil já estava resolvido....


