Hóquei em Patins - Campeonato Nacional da 2.ª Divisão (Zona Norte) - 28.ª Jornada
Muita virilidade, muitas paragens, pouco hóquei
31-05-2012 | por Augusto Lopes
Escola, Livre, 6 - Sanjoanense, 4 Jogo no Pavilhão da Escola Livre, em Oliveira de Azeméis Árbitros: Júlio Teixeira e Rego Lamela do C.R.A.H.P. do Minho ESCOLA LIVRE: João Rodrigues; Tibério Carvalho, Sérgio Almeida, Ricardo Bastos (cap.) e Flávio Silva Ainda utilizados: Pedro Costa, Bruno Andrade e Paulo Almeida Não utilizados: Ricardo Fernandes e Luís Pinto Treinador: Aníbal Valente SANJOANENSE: Marco Lopes; Francisco Barreira, Alfredo Nogueira, João Oliveira e Xavier Pinho Ainda utilizados: José Rodrigues, Hugo Santos e Franklin Silva (cap.) Não utilizados: Luís Pinho e João Teles Treinador: Vítor Pereira Disciplina: cartões azuis – Flávio Silva (13’ e 30’), Francisco barreira (32’ e 36’) e Paulo Almeida (49’) Cartão vermelho (por acumulação) – Francisco Barreira (45’) Cartão vermelho (directo) – Ricardo Bastos (31’) Marcadores: Ricardo Bastos (8’), Flávio Silva (25’, 28’ e 44’), Francisco Barreira (30’ e 36’), Paulo Almeida (33’), José Rodrigues (42’), Sérgio Almeida (45’) e Xavier Pinho (49’)
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Num jogo com 43 faltas, mais três grandes penalidades e dez livres directos, não pode ser um bom jogo de hóquei em patins. Em 50 minutos de jogo, houve mais de 50 paragens, ora, assim não se pode assistir a um hóquei fluído e bem jogado, mas sim a um hóquei quizilento.
Com muita virilidade, a equipa da Escola Livre procurou assim que a maior supremacia técnica da Sanjoanense viesse ao de cima, se isso foi um trunfo jogado, mais trunfos ganhou a partir  sensivelmente do início da etapa complementar, onde os jogadores alvinegros entraram pelo mesmo caminho e com isso perderam alguma serenidade que tinham, dando azo a que o jogo se tornasse cada vez mais favorável aos donos da casa.
De qualquer das formas, a equipa da Escola Livre entrou bem no jogo, obtendo o seu primeiro golo (8’), para, a 23 segundos do intervalo, conseguir, através de uma grande penalidade, aumentar a vantagem e, parecendo que não, um golo quase ao tocar do gongo dá grande força anímica para a 2.ª parte; ao contrário, o adversário sente-se quase KO.
Estavam jogados somente três minutos da segunda parte, quando a Escola Livre faz o 3-0, seguindo-se um perío­do de marcas tu, marco eu, com a Sanjoanense a chegar a 4-3, ainda com bastante tempo para jogar, mas a Escola Livre, num espaço de aproximadamente dois minutos, chega a 6-3, muito por culpa da inferioridade numérica dos alvinegros, que nesse período ficaram reduzidos a menos uma unidade, devido aos cartões mostrados a José Rodrigues e Francisco Barreira.
O tempo foi decorrendo e como que a sentença já estava definida, a Sanjoa­nense não lograria mais “morder os calcanhares” a equipa de Oliveira de Azeméis. No entanto, a treze segundos do final do jogo, Xavier Pinho, através de um livre directo, consegue fazer o quarto golo dos alvinegros.
Tal como o jogo a dupla de arbitragem é para esquecer… ou lembrar.

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