Demolições permitem alargamento do Cemitério N.º 1
26-01-2012 | por Joana Gomes Costa
Tiveram início esta semana as demolições de três casas e uma pequena unidade fabril na Rua da Igreja, em frente à Igreja Matriz. Estas operações tiveram, como disse o presidente da Câmara Municipal de S. João da Madeira, em declarações a ‘O Regional’, “duas motivações”.
Sendo imóveis devolutos, inserem-se no programa de demolições que a autarquia vem seguindo, em que propõe aos proprietários de casas degradadas e inabitáveis a sua recuperação ou a demolição. Este processo já levou à demolição de vários prédios em diferentes pontos da cidade.
No entanto, estando estes imóveis “encostados” ao Cemitério N.º 1 e dado que, como Castro Almeida sublinha, “S. João da Madeira tem falta de espaços nos cemitérios”, a Câmara negociou com os proprietários dos terrenos em causa a aquisição dos mesmo para “fazer uma pequena ampliação do Cemitério N.º 1 e aumentar a oferta de terreno nos cemitérios”. De salientar que a venda de sepulturas perpétuas é exclusiva dos cemitérios 1 e 2, estando actualmente ambos com a sua capacidade esgotada.
“É uma pequena ampliação para ajudar a resolver este problema”, aponta Castro Almeida.


